A votação é amanhã? Horário do 2º turno e como se preparar
O 2º turno de 2026 é neste domingo, 25 de outubro, não amanhã: veja o horário de Brasília, a conversão para UTC e o que levar para votar.
Uma checagem de fatos examina uma afirmação verificável com evidências. Em um debate, isso pode incluir números, datas, resultados de políticas públicas, citações e descrições de acontecimentos. Já opiniões, previsões e promessas futuras não podem ser confirmadas como verdadeiras ou falsas no momento em que são feitas. Uma promessa pode ser avaliada depois, comparando o que foi anunciado com o que de fato ocorreu.
O objetivo não é escolher quem venceu a discussão, mas entender o que uma frase específica afirma e se as provas disponíveis a sustentam. A mesma régua deve valer para todos os participantes. O Código de Princípios da Rede Internacional de Checagem de Fatos (IFCN) recomenda padrões consistentes, transparência sobre fontes e uso de documentos primários quando eles estão disponíveis.
Durante a transmissão, anote o nome de quem falou, o horário aproximado e as palavras exatas que parecem verificáveis. Se possível, guarde o link e o trecho completo da transmissão. Marque a afirmação como “a checar”, sem publicar um veredito enquanto o debate ainda está acontecendo. Uma réplica, aplauso ou reação do público não prova que uma fala esteja certa ou errada.
Depois, volte à gravação completa ou a uma transcrição confiável. Isso ajuda a perceber se a frase foi cortada, se havia uma ressalva logo antes ou depois, ou se uma pergunta mudou o sentido da resposta. O TSE recomenda ler o conteúdo completo, examinar quem publicou e conferir a data, além de procurar confirmação em outros veículos. Essas cautelas também ajudam a reconstituir uma declaração de debate sem depender de um clipe isolado.

Uma fala longa pode misturar fato, interpretação e opinião. Separe suas partes e escolha uma afirmação objetiva de cada vez. Por exemplo, “o desemprego caiu e isso prova que a política foi um sucesso” contém pelo menos duas questões: se o indicador realmente caiu em determinado período e se há evidências de que uma política específica causou a queda.
Reescreva a afirmação em uma frase neutra: “Qual era a taxa de desemprego no período citado e qual fonte a mediu?”. Em seguida, defina os detalhes que podem alterar a resposta:
Uma mudança de contexto pode tornar enganoso um número verdadeiro. Compare períodos equivalentes e confira se a unidade, a população e a definição do indicador são as mesmas.
Pesquise a frase entre aspas junto com termos como “checagem”, “dados oficiais” ou o nome do indicador. Veja se uma agência de checagem já analisou aquela declaração, mas abra os links e leia como ela chegou à conclusão. Uma etiqueta isolada — “falso”, “verdadeiro” ou “fora de contexto” — não substitui a explicação e as fontes.
Quando houver um documento original, dê preferência a ele: relatório, lei, base estatística, decisão, orçamento ou publicação do órgão responsável pelo dado. No Brasil, por exemplo, indicadores populacionais e econômicos podem ser consultados nas bases do IBGE; para uma afirmação sobre uma lei, procure o texto oficial e a versão vigente. A fonte primária é um bom ponto de partida, mas considere quem a produziu e se há interesses envolvidos. Quando o tema permitir, confronte-a com uma segunda fonte independente ou com especialistas que expliquem o método.
Confira a data de publicação e a data a que os dados se referem. Leia notas metodológicas: uma pesquisa pode medir intenção, percepção ou uma amostra específica, e não necessariamente o comportamento de toda a população. Verifique também se a fala apresenta o denominador, a margem de comparação e as ressalvas relevantes. A política editorial do Aos Fatos descreve a importância de indicar as fontes e explicar o caminho da verificação, para que o leitor possa refazer a apuração.

Um vídeo pode ser autêntico e ainda assim estar fora de contexto: talvez tenha sido gravado em outra data ou mostre outro lugar. Para uma foto, salve uma cópia ou use a opção de busca visual do Google Lens. A ajuda oficial do Google explica como enviar uma imagem ou pesquisar a partir de uma página; os resultados podem mostrar imagens semelhantes e sites que usam a mesma imagem.
Use os resultados como pistas, não como prova definitiva. Abra as páginas encontradas, compare datas, cenário, clima, placas e outros detalhes, e tente localizar a publicação mais antiga ou uma gravação mais longa. Se a busca não encontrar correspondências, isso não demonstra que a imagem seja original. Recortes, legendas e reenvios podem apagar o contexto, e uma busca reversa não substitui a confirmação independente do evento.

Ao terminar, descreva o resultado com precisão. A afirmação pode estar sustentada pelos documentos consultados, contrariada por evidências, parcialmente correta mas sem contexto importante, ou ainda sem dados suficientes para uma conclusão segura. Se for opinião, previsão ou promessa, explique que ela não é verificável como fato naquele momento. As categorias variam entre organizações; leia a metodologia e os critérios antes de repetir um rótulo.
Não confunda “não encontrei confirmação” com “foi provado que é falso”. Também não atribua intenção de enganar sem evidências sobre intenção. Uma conclusão responsável identifica o trecho examinado, resume as provas, inclui links e deixa claro o que continua incerto. Se surgir documentação nova, atualize a avaliação.
Para afirmações sobre eleições e Justiça Eleitoral, consulte a página Fato ou Boato, que reúne esclarecimentos e checagens. O Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (SIADE) tem um escopo próprio: recebe comunicações de conteúdo que afete a integridade das eleições e outros temas definidos pela Justiça Eleitoral; não é um canal genérico para contestar qualquer fala de candidato.
Se decidir responder a uma postagem, seja breve e específico: cite a fala, apresente a fonte consultada e explique o limite da conclusão. Um link para o documento original e outro para a análise metodológica ajudam mais do que uma acusação. Em conversas acaloradas, compartilhar uma correção com calma e sem transformar discordância política em ataque pessoal torna mais fácil avaliar a evidência.

O 2º turno de 2026 é neste domingo, 25 de outubro, não amanhã: veja o horário de Brasília, a conversão para UTC e o que levar para votar.
Consulte endereço, zona e seção pelo e-Título ou pelo portal do TSE. Veja como resolver falhas e confira o local e o horário antes de sair.
Saiba como votar nas eleições do Brasil: veja documentos aceitos, local da seção, horário do 2º turno por fuso e passos na urna eletrônica.
Ponte Preta e Fortaleza empataram por 2 a 2 na 35ª rodada da Série B 2026. Veja o resultado, a situação dos clubes na tabela e o que observar na reta final.
Veja a classificação pré-jogo, o horário em Santos e em UTC, os canais de transmissão e onde consultar placar, escalações e estatísticas de Santos x Bahia.
A Chapecoense venceu o Fluminense por 2 a 1 na Arena Condá em 24 de outubro de 2026. Veja o placar, os gols, a classificação e o contexto do Brasileirão.
Confira o estádio, o horário oficial, a transmissão e os fatores de tabela, elenco e estratégia para entender Mirassol x São Paulo pela 32ª rodada.
Vasco e Corinthians chegam separados por dois pontos. Veja como vitória, empate ou derrota alteram o cenário da tabela antes do duelo da 32ª rodada.
Horário, estádio, transmissão oficial, situação na tabela e principais pontos para acompanhar em Internacional x Botafogo pela 32ª rodada do Brasileirão.
Veja como encontrar endereço, zona e seção eleitoral pelo e-Título ou portal do TSE, conferir o local atualizado para o segundo turno de 2026 e evitar erros.